Professora, sim; Tia, não!!!
por : Alice martins
Autor : Paulo Freire
Publicado em: março 24, 2009
site publicado:http://pt.shvoong.com/books/1877414-professora-sim-tia-n%C3%A3o/
O autor, Paulo Freire, abre a questão analisando que do ponto de vista educacional, ensinar é uma tarefa que envolve trabalho e especificidade no seu cumprimento. Ao passo que ser tia é viver uma relação de parentesco, portanto, nunca poderia ser uma profissão. O fato de ensinar implica educar e vice-versa. Para que a educação se faça, é necessária a “paixão do conhecer”, que nos envolve, como diz o autor, numa busca prazerosa, mas não obstante, nada fácil. < br/> Paulo Freire, com essas afirmações, não teve a intenção de desvalorizar a tia, mas intencionalmente valorizar a professora, demonstrando o que lhe é fundamental: sua responsabilidade profissional, que faz parte da exigência política de sua formação de educadora. Refletindo a respeito, compreende-se que o termo “tias” carrega uma ideologia de “boas moças”, que não brigam, não resistem, não se rebelam, não fazem greve.
Freire chama a atenção para o fato de que as “professoras” são também “aprendizes”, porque, enquanto se ensina, também se aprende, e que elas devem se definir sempre como professoras, deixando o cômodo papel de tia, passando a assumirem-se como verdadeiras profissionais da educação.
É verdade que existem muitas professoras que são denominadas como tias e desenvolvem excelentes trabalhos, assim como existem aquelas que são consideradas professoras e, no entanto, não fazem jus ao título.
Em todo caso, seja qual for o sistema educacional vigente, reacionário ou democrático, é ideal que a profissional do ensino seja sempre professora, assumindo seu papel profissional e se posicionando política e eticamente na sua função de ensinar, lembrando de ensinar, também, sobre cidadania a seus alunos e a suas famílias.
O autor finaliza sua reflexão acerca da avaliação da prática da professora, não como forma de punir mas sim, como meio de aprimorar a sua prática pedagógica, uma vez que todo profissional deve ter sua prática avaliada constantemente. Essa avaliação é necessária ao próprio trabalhador para o bom andamento de sua carreira profissional.
terça-feira, 23 de junho de 2009
cantigas infantis
Na cantiga de roda “Senhora dona Sancha” escolhe-se uma criança que fica acocorada no centro da roda, com os olhos tapados pelas mãos. Quando se canta o último verso, a criança, com os olhos fechados, vai escolher “uma pedrinha”. A escolha consiste em abraçar um dos integrantes da roda, que está parada. Para dificultar a escolha, pode ocorrer que todos resolvam se deslocar quando “Senhora dona Sancha” se aproxima...
“Senhora dona Sancha
descubra o seu rosto
seu rosto é de prata
quero ver a sua cara.
Que anjos são esses
Que andam por ai
É de noite é de dia
Padre Nosso, Ave Maria.
Sou filha do rei
Neta da rainha
Seu rei mandou dizer
Que escolhesse uma pedrinha.”
Como conclusão, arriscamos apresentar as seguintes considerações:
A cantiga de roda constitui um elemento indispensável na socialização infantil, além de ser um importante lazer.
As crianças pequenas começam a brincar de roda já no pré-escolar, ou antes, com as mães, babás ou coleguinhas.
A cantiga de roda que maior freqüência teve na pesquisa foi a Atirei o pau no gato. Brinca-se em roda, de mãos dadas, girando para a direita ou para a esquerda. Não há dramatização. Apenas no final da música – no “miau” – é que as crianças se acocoram. Além de ter sido a mais citada, esta cantiga de roda apresentou o maior número de variações: às vezes, em uma só palavra; em outras, em um verso inteiro. A primeira versão foi a mais conhecida:
“Atirei o pau no ga to tô
mas o ga to tô
não morreu reu reu
dona Chica ca
dimirou-se se
do miau, do miau
que o gato deu:
Miau!”
“Atirei o pau no ga t ó tó
mas o ga t ó tó
não morreu reu reu
dona Chi c á cá
De mirou s é sé
Do berro, do berro
Do gato teu
Miau!”
“Senhora dona Sancha
descubra o seu rosto
seu rosto é de prata
quero ver a sua cara.
Que anjos são esses
Que andam por ai
É de noite é de dia
Padre Nosso, Ave Maria.
Sou filha do rei
Neta da rainha
Seu rei mandou dizer
Que escolhesse uma pedrinha.”
Como conclusão, arriscamos apresentar as seguintes considerações:
A cantiga de roda constitui um elemento indispensável na socialização infantil, além de ser um importante lazer.
As crianças pequenas começam a brincar de roda já no pré-escolar, ou antes, com as mães, babás ou coleguinhas.
A cantiga de roda que maior freqüência teve na pesquisa foi a Atirei o pau no gato. Brinca-se em roda, de mãos dadas, girando para a direita ou para a esquerda. Não há dramatização. Apenas no final da música – no “miau” – é que as crianças se acocoram. Além de ter sido a mais citada, esta cantiga de roda apresentou o maior número de variações: às vezes, em uma só palavra; em outras, em um verso inteiro. A primeira versão foi a mais conhecida:
“Atirei o pau no ga to tô
mas o ga to tô
não morreu reu reu
dona Chica ca
dimirou-se se
do miau, do miau
que o gato deu:
Miau!”
“Atirei o pau no ga t ó tó
mas o ga t ó tó
não morreu reu reu
dona Chi c á cá
De mirou s é sé
Do berro, do berro
Do gato teu
Miau!”
Oração do professor
ORAÇÃO AO PROFESSOR 3
ORAÇÃO AO PROFESSOR 3
Professor nosso que estás zangado
Equilibrada seja tua paciência.
Seja feita a vossa vontade
Assim nas provas como nas aulas.
Os dez nosso de cada dia, nos dê sempre...
Perdoai as nossas faltas,
Assim como nós perdoamos a sua amolação,
Mas não nos deixai em recuperação
E nos livrai da reprovação!
Amém!
ORAÇÃO AO PROFESSOR 3
Professor nosso que estás zangado
Equilibrada seja tua paciência.
Seja feita a vossa vontade
Assim nas provas como nas aulas.
Os dez nosso de cada dia, nos dê sempre...
Perdoai as nossas faltas,
Assim como nós perdoamos a sua amolação,
Mas não nos deixai em recuperação
E nos livrai da reprovação!
Amém!
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